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Nas últimas semanas, ando experimentando como é estar no fundo do poço emocional. Sabe quando a sua vida tá uma merda e nada dá certo, não tem nada pra te fazer dizer que vale a pena viver? Então, é nesse estágio que estou.

Há um ano atrás, eu estava relativamente bem: tinha passado numa faculdade top, estava namorando (e gostando), fiz as pazes comigo mesmo… Minha vida não era um mar de rosas, mas eu nem esperava que fosse — sempre há alguma aresta que não pode ser aparada.

Tijolo a tijolo, o quadro ia desmoronando. Sucessivas brigas com a namorada por um motivo aparentemente tolo (it’s not that simple) me deixaram em ponto de ter que terminar. A faculdade começou a gerar uma série de desilusões. O descaso na minha casa manteve-se latente.

No começo desse ano, veio um morale boost muito bem-vindo: arrumei meu primeiro emprego, cheio de desafios novos, pessoas legais, coisas pra fazer!

E o resto se deteriorando a cada dia.

Quando esse último fio de motivação começou a se partir, vi o ponteiro que indica meu estado emocional voltar rapidamente à linha vermelha, e ali se manter, tornando cabal meu fracasso, em todos os sentidos. E cheguei a um ponto em que isso é extremamente perigoso.

Agora é só engatar o D e pisar fundo no acelerador.

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